Sunday, March 25, 2012

Here and There/Aqui e Acolá: Joshua, o rabanete e o nabo




* 'Here and There/Aqui e Acolá' posts are published in both blogs - 4 bookworms and Leap of Faith - Posts publicados nos dois blogs.


Joshua e eu lemos O Grande Rabanete, da Tatiana Belinky. Gostamos da história, e foi legal falar juntos as partes que se repetem... 

' O gato segurou no Totó, o Totó na neta, a neta na vó, a vó no vô, o vô no rabanete. Puxa-que-puxa e nada de o rabanete sair da terra...

As ilustrações do Claudius são engraçadas e acompanham bem a prosa cheia de graça da Tatiana.

Depois peguei The Gigantic Turnip e lemos juntos também... esta versão da história é mais longa, e as ilustrações da Niamh Sharley são fan-tás-ti-cas. 
Como o texto é mais complicado, não deu para ficarmos repetindo partes do texto... Mas gostamos também.

Joshua depois produziu ilustrações para a versão da Sra. Belinky. Olha só:




É, ele é careteiro, mas as ilustrações que ele produziu são bem legais!

Vou escanear para mostrar depois, ok?


... e olha só o que temos para o jantar!

RABANETE!

BiblioSESC - 23 de março de 2012

Os empréstimos desta semana foram especialmente felizes.

Da esquerda para a direita, começando lá de cima:

- Uma ilha lá longe, de Cora Ronai. Ilustrado por Rui de Oliveira. 
Livro impresso em papel reciclado, com ilustrações que brincam com luzes e sombras. Conta a história de um povoado que nem nome tinha, porque ninguém ia lá, ou queria sair de lá. Fala primeiro de viver com simplicidade e de ser feliz, e depois fala de máquinas, de progresso, de esquecimento. Interessante como as imagens, que seguem o mesmo estilo luz/sombra do começo ao fim do livro, traduzem a abundância do povoado e a vida 'chapada', sem cor da cidade cinzenta. Cora Ronay escreveu o livro lá em 1953, mas parece que escreveu ontem mesmo, para nós e nosso filhos. 

O grande rabanete, de Tatiana Belinky. Ilustrado por Claudius.
Tatiana Belinky reconta um clássico russo do seu jeito divertido e simples. Sem ser condescendente, trata seu público de forma amigável e respeitosa, sempre prestando atenção às palavras que escolhe, ao ritmo da sua fala. Joshua e eu gostamos do livro, e lemos juntos e falamos juntos as partes que listam as pessoas e animais que puxam o rabanete. As ilustrações de Claudius são engraçadas e podem ser usadas para que o leitor recrie a história posteriormente, sem o auxílio de texto. Um livro para se ter na estante, principalmente se você é como a gente, que já tem

- The gigantic turnip, de Aleksei Tolstoy com ilustrações de Niamh Sharkey
Hum... acho que vale a pena colocar uma foto destes dois livros-irmãos. Peraí que eu já volto.

Pronto. Aqui estão. The Gigantic Turnip é a história original, registrada por Tolstoy no século XVIII. As ilustrações da Niamh são hilárias, e para falar a verdade, foram o que me fizeram comprar o livro. Mas a história (embora bem mais longa que a versão da Belinky) é cativante, e do final dá mesmo vontade de comer nabo. Além disso, o livro vem com um CD com uma gravação bonita da história, para quando se quer que algúem leia para a gente.
 Emendamos The gigantic turnip logo depois de termos terminado O grande rabanete. Aí o Joshua pegou os dois livros e foi olhar as ilustrações na sala, no tempo dele. Gostei disso, de ele querer manusear os livros, comparar as imagens.

- As frangas, de Caio Fernando Abreu
Vamos fazer o seguinte: falo das frangas depois, num posto só para elas, tá bom?

- Histórias para brincar, de Gianni Rodari. Ilustrações de Andrés Sandoval
Gianni Rodari é um escritor italiano contemporâneo (1920-1980), que escrevia para crianças. O livro reúne narrativas curtas, que têm 3 finais diferentes. O leitor é convidado a escolher o seu final preferido, e se quiser pode ler (nas páginas finais do livro) os finais que o autor gostou mais, e o que acha dos outros que inventou. Li só o começo da primeira narrativa, então falo mais do livro em um post futuro.

- O livro das perguntas, de Pablo Neruda. Ilustrado por Isidro Ferrer e traduzido por Ferreira Gullar
Da Cosacnaify. Livro de capa dura, papel grosso, diferente. Cheiro bom de livro. Nem sei o que dizer desse livro. As perguntas do Neruda são curtas, em forma (é claro) de poesia. Cada uma das perguntas vem em duas linhas,e acho que há pares de perguntas, mas não sempre. Assim:

Que pensarão de meu chapéu,
daqui a cem anos, os polacos?

Que dirão da minha poesia
os que não tocaram em meu sangue?

e

Quantos anos tem Novembro?

O que ainda paga o Outono
com tanta nota amarela?

ou ainda

Em que idioma cai a chuva
sobre cidades dolorosas?

É tudo bonito nesse livro. As ilustrações do Ferrer são fotos de colagens e instalações, e comentam as perguntas, sem respondê-las. Descobri no site da Cosacnaify que o Ferrer é um artista plástico espanhol, e que a capa do livro mudou. E que custa R$ 59,00. 

Bem. Então é isso. Preciso parar porque meus estudos me esperaram. Só mais uma coisa antes de fechar a barraquinha: A TJ tem lido, mas não sei bem o quê. Quer dizer, sei que tem se interessado pelas Desventuras em Série, mas reclama que nunca acha os livros pares para emprestar no caminhão... então leu o 1, o 3, o 5... e o 13 (acho). Estamos pensando em adquirir The Hunger Games. Vamos ver.
Thank you for reading.


 

Sunday, March 4, 2012

Here and There/Aqui e Acolá*: Joshua's first school assignment/ 1º trabalho escolar do Joshua


* 'Here and There/Aqui e Acolá' posts are published in both blogs - 4 bookworms and Leap of Faith - Posts publicados nos dois blogs.


Produzir, junto com os pais, um cartaz com uma parlenda ou cantiga. 

A produção do Boi, Boi, Boi foi toda dele!